quinta-feira, 7 de maio de 2009

A FÉ, UM NEGÓCIO?




A comercialização da fé não é uma idéia nova, vem de tempos imemoriais. Muito já se falou e publicou, mas nunca é demais escrever algo a respeito.
Ponta Grossa, não é diferente de nenhum lugar, afinal, nenhuma cidade do mundo está livre da proliferação de seitas e cultos protestantes, talvez o mundo islâmico escape disso, porém, sofre com outros males, seus estados teocráticos, seu fundamentalismo terrorista, machismo violento, etc.

Aqui, não temos terrorismo, pelo menos não no seu sentido clássico, com homens bomba ou coisas do gênero, mas também sofremos violências de algumas seitas protestantes, e entre seus vários tipos, uma violência em especial é a mais preocupante. A violência consciente e premeditada que alguns pastores infligem a seus fieis, que inconscientemente, alienadamente, absorvidos por uma fé, que é autêntica, porém, parece até sobrenatural, permitem. Permitem que lhes tirem boa parte de seu dinheiro, em troca de graças, graças que parecem ser completamente fantasiosas, visto que não existe nenhuma comprovação, mas que para esses fieis são reais, e quando o suposto milagre, cura, ou graça não alcançada, não acontece, são plenamente justificadas pela falácia “foi a vontade de deus”.

Ao darem permissão a seus pastores, esses fieis justificam a existência desses tipos de igreja, que pela legislação brasileira, não precisa pagar impostos pelos seus ganhos, “ganhos da igreja” dizem alguns pastores, ora, as igrejas são eles!
Algumas dessas congregações são grandes empresas, com filiais pelo Brasil e pelo mundo, algumas de capital nacional, outras de capital internacional. Multinacionais da fé, que inspiram a qualquer pessoa, inclusive os mal-intencionados, a possibilidade de montar ou criar um culto novo, uma nova igreja.

O poder da oratória é a principal arma, aliado a um teatro bem armado no palco, no altar ou no púlpito, as musicas, as bandas, luzes, shows de fé. Tudo isso, eletriza, hipnotiza mentes humanas direcionadas, teleguiadas proclamando hinos, cantícos e orações, aos berros, de olhos fechados, tudo altamente sugestionado, ao ponto de haver tremedeiras e desmaios. Um transe induzido, verdadeiro horror, horas de horror, muitos cultos começam as sete da noite e terminam após a meia-noite. Tudo isso com o único objetivo de tirar dinheiro dos incautos fieis. E dá certo, dá certo cada vez mais.

Simultaneamente a essa realidade, existem pessoas que se reúnem para estudos bíblicos, formam outros tipos de igrejas, que não tem o show da fé e de arrecadação, porém, tem também um tipo de fé cega, que se baseia na bíblia, ponto à ponto, virgula à virgula e se contrapõe a igreja católica, e por isso também são considerados protestantes. Penso assim, pé-da-letra é pra gente que não pensa. Seus fieis procuram ter um estilo de vida segundo a receita que interpretam do velho livro hebreu. Esses não querem tirar dinheiro de ninguém, mas se acham superiores, por que vivem pela “palavra” e sabem verdades que nós, simples cristãos, ignoramos. Esses cometem a soberba.

A igreja católica ainda é a maior instituição religiosa do Brasil, seus métodos diferem em conteúdo e prática, mas tem o mesmo objetivo, sem falarmos no seu passado medieval, tão violento quanto o islã atual. Porém, na atualidade, essa igreja tem sido criticada muito mais por seu enorme conservadorismo do que por qualquer outra coisa, conservadorismo aliás, presente em todas as outras religiões aqui citadas, mas que na dimensão católica ganha uma repercussão maior, através das declarações oficiais do papa, sobre temas polêmicos como, o aborto, a pesquisa com células tronco, o celibato, os desvios da moral cristã de alguns sacerdotes e também o esvaziamento de seu discurso.

A reunião de pessoas para professar uma fé, é algo muito valioso, e todos esses aspectos tão negativos, causados por desvios de alguns fundamentalistas, enganadores, prepotentes e hipócritas, que se encontram, infelizmente, no meio de tantas pessoas honestas que praticam a caridade, fazem o trabalho árduo da evangelização e se doam com genuíno amor, causam um risco muito grande, na verdade, um risco que pode se tornar desastroso para as instituições religiosas sérias.

A associação e a organização de pessoas em torno de objetivos comuns e edificantes são necessárias para o processo contínuo da civilização humana, é a base para a construção da democracia.

E as perguntas que ficam são: O que fazer com a nossa fé? O que fazer com o nosso cristianismo? Bem, a opinião que me parece a mais coerente, é a que vem da etimologia da palavra religião, “religare”, ligação com Deus, e nesse sentido, precisamos também de discernimento ao escolhermos como, com quem e de que modo vamos professar nossa fé, tanto quanto para todas as outras escolhas de nossa vida, para fazê-las de modo consciente.

Seja qual for a religião, a mensagem que vale a pena seguir e que é a mais importante e também a mais simples e a mais difícil ao mesmo tempo, é aquela do cabeludo extraordinário que nasceu a mais de dois mil anos, a mensagem de amor e de paz, que alguns de seus pseudos-representantes jamais seguiram.

Alnary Rocha
23/04/2009

quinta-feira, 16 de abril de 2009

SALVE O HOMO-CONSUMIDOR! texto próprio


Ante a selvageria para consumir vista na inauguração de mais uma loja de uma rede de supermercados local, me peguei pensando na crise, e também em muitas coisas a respeito dessa coisa desenfreada, essa curiosidade alienada e incrivelmente comum das pessoas, de todas as classes, refletida nas filas a pé, nas filas de carros, na loucura pretensamente organizada do trânsito e nas filas até de bicicletas.

Mais que marcar o sucesso do empreendimento, reflete perfeitamente a nossa teleguiada sociedade contemporânea. Uma sociedade que usa um centro de compras, o tal “Shopping”, como parque de passeios e de diversões, e que com isso não pressiona devidamente as autoridades para a tão necessária revitalização do Parque Marguerita Masini, abandonado pela atual administração municipal, como também para a criação e ocupação segura de outros espaços destinados a isso. Uma sociedade, que em última análise, tem culpa por termos uma praça de aço e cimento brutos, a qual também permitiu alienadamente que chamassem de “Parque Ambiental”. E que vai a inauguração de uma loja de supermercado como se fosse a estréia de mais um filme da Xuxa, ou de mais algum show de dupla sertaneja, nem esse circo que está na cidade chamou tanto a atenção.

A crise, essa fica apenas nas notícias. Os ovos de páscoa acabaram em poucas horas, os cartazes de ofertas brilhando em meio a uma guerra por cestinhas ou carrinhos de compras, famílias inteiras passeando entre as gôndolas como se estivessem na praça do bairro, pais com crianças ao colo, mulheres simples das vilas, arrumadas como se fossem a igreja no domingo, realmente é de espantar!

Aquilo lá é uma loja, que vende produtos, não uma atração artística ou lugar de passeio! Nós devemos usar aquilo para nos servir, quando nos convier, a impressão que fica é de que os empresários fizeram um enorme favor a população inaugurando mais local para o laser das pessoas, e não é isso, se você não tiver dinheiro, você nem entrar lá poderá. Não estou aqui fazendo uma crítica a iniciativa do grupo empresarial, que aliás, merece o sucesso consolidado em anos de trabalho e honestidade, mas sim, criticando como as pessoas encaram uma inauguração de loja que tem o objetivo de tirar-lhes seu dinheiro em troca de mercadorias, uma relação econômica legal, porém, que não deveria jamais, ter esse absurdo sentido lúdico. Isso mostra o quanto nossa sociedade está a mercê do capitalismo, fragilizada psicologicamente no puro impulso: “compro, logo, existo”.

Outra coisa que está me incomodando muito, é a relação que existe entre as operadoras de cartões e os comerciantes, e por conseguinte à nós homo-consumidores. As operadoras cobram aluguel dos comerciantes para eles terem aquelas maquininhas que muitas vezes “quebram o galho” quando esquecemos de ir ao banco, pois bem, nem todos os produtos podem ser comprados por cartão de débito, os comerciantes alegam que as operadoras levam mais de dez dias para liberarem o crédito na conta deles, e então, produtos como cartões telefônicos, recarga de celulares por cartão, cigarros, entre outros, em alguns lugares, mais particularmente em alguns postos de gasolina, não se pode comprar com cartão de débito, o que, na minha opinião de homo-consumidor, é um absurdo, afinal se paro o carro num posto, abasteço de combustível, compro um refrigerante, um chocolate, um cartão de recarga para o meu celular e um maço de cigarros, espero poder pagar com meu cartão de débito, ou de crédito, afinal, essa é uma opção que o comércio coloca a minha disposição, portanto, é meu direito pagar dessa forma, porém, nesse conjunto de coisas, apenas poderei levar no meu cartão, o refrigerante, o chocolate e o combustível, o resto não! Isso é, repito, um absurdo, ou não se aceita cartão para nada, ou se aceita cartão para tudo, inclusive também é meu direito não levar nada, em vista da recusa do estabelecimento, e se já houver abastecido, que retirem inclusive o combustível do tanque do meu carro!

Nós homo-consumidores, além de alienados, fascinados por lojas de supermercado e shopping centers, estamos aceitando cada coisa, que dá medo!

sexta-feira, 27 de março de 2009

VISITE PONTA GROSSA? artigo próprio


É incrível como as coisas podem ser contraditórias, ou como a administração da cidade não se entende.

Nos últimos finais-de-semana, as pessoas tem notado a dificuldade de sair na cidade, apesar do site do CVB – Convention Visitors Bureau, colocar inúmeras opções, como os restaurantes, que aliás, são de excelente qualidade, todos sabem que o movimento da cidade desde os meus tempos de adolescente, lá se vão 25 anos, é na região da UEPG, o famoso “bobódromo” de Ponta Grossa.

Antes de permitirem, para dar prosseguimento ao plano neoliberal dos atuais governantes e seus mandatários, a extinção do Cine Inajá, que hoje é mais uma igreja/empresa (que não paga imposto, é claro), para seguir como “maria vai com as outras” o modelo sem graça (mas que dá dinheiro) de cinema em Shopping Center, esse “bobódromo” se prolongava pela rua Sete de Setembro, seguia pela XV de Novembro, depois pela Santos Dumont em frente ao Biba's, seguindo pela Dr. Colares e descia para a Eng. Schamber, seguindo em direção a UEPG, atingindo-se a Bonifácio Vilela, hoje Av. München, que ganha esse apelido uma quadra depois de cruzar a rua Dr. Francisco Burzio. Esse era, e sempre foi o movimento noturno da cidade de Ponta Grossa, os restaurantes são boas opções sim, para um determinado e pequeno público que pode fazer refeições fora e gastar mais de R$ 100,00 (em duas pessoas, em média) mas o movimento de bares, movimento popular, é a Bonifácio Vilela e seus arredores na altura da UEPG.

Quando o populista prefeito Jocelito Canto “criou” a Av. München, nada mais fez do que acentuar essa característica, e é claro isso trouxe mais um impulso aos comerciantes da região, que investiram mais nos seus estabelecimentos, criaram-se novos lugares, fazendo da região, a única concentração de entretenimento da Cidade.

Hoje, vemos ações das autoridades, proibindo o acesso e o estacionamento na região, praticamente “quebrando” esses comerciantes, deixando a região vazia, e que vai se esvaziar mais e mais, desvalorizando comercialmente a região. Isso está acontecendo pela reclamação de moradores quanto ao barulho, etc. É claro que os moradores tem suas razões, mas o barulho de automóveis e do som dos carros acontece única e simplesmente pela falta de policiamento, pela preguiça ou pela mesquinhez do governo municipal. Explico:

Acham muito mais fácil, proibir o estacionamento em torno da UEPG, ou proibir a circulação de veículos na região, do que patrulhar as ruas, a Guarda Municipal, que aliás foi criada pra isso mesmo, hoje exerce o papel de polícia e ataca apenas os bairros pobres, sendo que se uma ou duas patrulhas ficassem com as viaturas fixas em pontos estratégicos e houvesse uma patrulha a pé, com não mais que dez homens patrulhando em duplas, sem falar nas motos, o problema do barulho acabaria, bastava recolher uns dois ou três veículos que abusassem do som automotivo, aliás para isso deveria haver alguma lei mais rígida, pois é mesmo um absurdo, tenho certeza que os moradores da região teriam o seu sossego.

Como no próprio site do CVB diz, Ponta Grossa é uma cidade universitária, isso quer dizer uma cidade que tem um grande número de jovens e a “moçada” gosta de som, de diversão e uma coisa atrai a outra, e é esse o combustível da noite, é por onde os comerciantes podem ganhar dinheiro, é onde os turistas que visitam a cidade sabem que encontrarão gente bonita, lugares interessantes e vão gastar o seu dinheiro movimentando a economia.

Outro aspecto que é interessante ressaltar, essas medidas das autoridades é inócua, pois o barulho não cessa e também acontece durante a semana, isto é, no período de aulas na UEPG, tornando quase impossível dar e assistir aula nas salas da UEPG que ficam na Rua Riachuelo, rua em que é proibido estacionar nos fins-de-semana, mas que de segunda à sexta-feira é um caos pela falta de patrulhamento, numa contradição ainda mais gritante, nos fins-de-semana esperam uma “paz” que não existe e que através dessa ação de governo prejudica os comerciantes da região, e durante a semana onde ela é necessária para o bom andamento das aulas na Instituição de Ensino Superior, essa paz não vem, devido a preguiça, falta de planejamento ou atendimento propositadamente equivocado e voltado ao interesse de apenas algumas pessoas, sabe Deus.

Enquanto isso, nossos turistas, que são poucos, e que muitas vezes tem uma impressão desagradável da cidade, vão sumir cada vez mais, a própria população que freqüenta a região, vai sair de lá, e é claro, num movimento lento, quem sabe, pelos próximos 25 anos.

Essa situação é tão contraditória, que até mesmo, perverte a lógica capitalista de concentração, como é o caso dos centros de compras, que num erro de linguagem, chamam-se no Brasil de Shoppings, quando o certo seria Mall, ou seja, alí onde temos uma concentração de bares e casas noturnas que dão opção para diversão noturna, está existindo por parte das autoridades uma ação de dispersão para atender a interesses, sabe-se lá de quem, e o pior, sem dar a atenção mais importante, que são às aulas dos cursos da UEPG.

Isso simplesmente levará à duas coisas, primeiro vai quebrar os comerciantes e segundo não vai resolver o problema.

Alí, a solução é apenas uma, policiamento com estratégias inteligentes, policiais a paisana, detenções e apreensões de veículos, não importando se o proprietário é algum fulano rico, ou filho de algum fulano rico ou de alguma forma influente. E isso continuamente, durante os sete dias da semana. Até por que o problema são os veículos e o som desproporcional, inclusive de péssimo gosto musical, por que as pessoas ainda vão freqüentar os bares, e o barulho dentro dos estabelecimentos é outra coisa, é da alçada de quem libera os alvarás de funcionamento, e se estão dentro das Leis, nada há que se dizer, porém, proibindo-se o acesso da maneira como se tem feito, acontecerá, reitero, apenas a dispersão de clientes e a conseqüente quebradeira dos comerciantes, além é claro, da desvalorização do local enquanto região comercial, consolidada há mais de 25 anos.

Essa preocupação das autoridades municipais com o centro da cidade, como se nota pelas obras do engenheiro prefeito, tem de ter nesse caso, um foco de patrulhamento e identificação dos transgressores, e não o prejuízo dos comerciantes.

Isso só faz pensar e questionar, para que serve a Gurda Municipal?


Alnary Nunes Rocha Filho, 42 anos.

Geógrafo e Mestrando em Ciências Sociais Aplicadas - UEPG

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

ORIGEM DA FAMÍLIA NUNES ROCHA

na foto: Alcides da Silva Rocha e Anna Ryta Nunes Rocha - Avós Paternos do autor do Blog, a imagem é do dia do casamento de ambos.


Descendentes de portugueses e italianos por parte de pai, franceses e espanhóis
por parte de mãe.


Pais:


Alcides da Silva Rocha e Ana Rita Nunes Rocha. (Avós paternos do autor do Blog)

Descendentes:


Filhos:

Horácio, Luiz, Sidney, Naél, Rubem, Edny, Alnary, Antônio, João Arivaldo, João Maria, (Faleceu no mesmo dia de seu nascimento), Siloé Clodney, Rosaldo Lenington e Alcides Ivan. –Todos NUNES ROCHA.

Netos:

Daisy Vivian, Gilberto Luiz e Mauro – Filhos de Horácio Nunes Rocha e Donaide Iurk Rocha;

Eliana, Vera Lúcia, Luiz Carlos e Ana Paula – Filhos de Luiz Nunes Rocha e Neide Palhares Rocha;

Maria Cristina e Berenice – Filhas de Sidney Nunes Rocha e Sirlei Gaspar Rocha;

Roberto e Denyse – Filhos de Naél Nunes Rocha e Lindamir Gubert Rocha;

Ana Maria, Márcia Maria e Sheila Maria – Filhas de Anoar Saad e Edny Nunes Rocha;

Alnary e Isabela – Filhos de Alnary Nunes Rocha e Sônia Maria Rocha;

Cíntia – Filha de Antônio Nunes Rocha e Mirian Capp Rocha;

Lílian, Fábio e Adriana – Filhos de João Arivaldo Nunes Rocha e Loremi Pioli Rocha;

Eduardo e Fernando – Filhos de Siloé Clodney Nunes Rocha e Soeli Fanchim Rocha;

Mônica e Fabiano – Filhos de Rosaldo Lenington Nunes Rocha e Regina Luiza Rosas Rocha;

Rafael e Ana Rita – Filhos de Alcides Ivan Nunes Rocha e Maria Inês Pinto Rocha;

Bis-netos:


Jéssica, Joyce e Jennifer – filhas de Daisy Vivian Rocha Protti e José Messias Protti;

Cristiane, Fabielle e Juliano – filhos de Gilberto Luiz Iurk Nunes Rocha e Maria Helena Domingues Rocha;

Júlia e Mariana – filhas de Mauro Iurk Rocha e Sandra Meirelles Rocha;

Viviane – Filha de Vera Palhares Rocha e Wilson Zanardo;

Luca – Filho de Luiz Carlos Palhares Rocha e Janaina Cristiane Bueno Palhares Rocha;

Felipe – Filho de Ana Paula Palhares Rocha e Carlos Mendes;

Felipe e Camila – Filhos de Cristina Rocha e Elias Deab;

Marina e Luiza – Filhas de Ana Maria Saad Rocha Francisco e Flávio Francisco;

Lucian e Igor – Filhos de Isabella Rizental da Luz Rocha e Xisto...;

Ramayana e Emmanuel – Filhos de Alnary Nunes Rocha Filho (Lilo) e Makerly Rocha;

Rafael e Gustavo – Filhos de Lílian Rocha Dissenha e José Luiz Dissenha.

Isabela e Ana – Filhas de Cíntia Caap Rocha e Wilson...;


Ascendentes


Avós Paternos:

Coronel Antônio Maria da Rocha (Tico) e Luiza da Silva Rocha.

Naturais da cidade de Taquari-RS – Eram proprietários de grandes Fazendas no Estado do Rio Grande do Sul e no Estado do Paraná. Muito ricos e abastados. O Vovô tinha a patente de Coronel da Guarda Nacional, na vigência do 2º Império.

Tiveram 11 filhos:-

1- Alexandre
2- Eulina
3- Honorina
4- Aurora
5- Castorina
6- Izaurina
7- Acácio
8- Felisbina
9- Ursulina
10- ALCIDES – Nosso pai (Avô do autor do Blog)
11- Ernestina

Bis-avós Paternos:

João José Maria e Cândida da Silva Rocha. (Bisavós do autor do Blog)

Naturais da cidade de Taquari-RS – Eram proprietários de grandes Fazendas no Estado do Rio Grande do Sul.
Possuíam muitas terras. Eram fazendeiros ricos e abastados.

Tiveram 11 filhos:-

1-Sofia Maria da Rocha
2-Joalina Maria da Rocha
3-Severino Maria da Rocha
4-ANTONIO MARIA DA ROCHA - Nosso avô. (Bisavô do autor do Blog)
5-Serafim Maria da Rocha
6-Manoel
7-Delfina Maria da Rocha
8-Delfino Maria da Rocha
9-Maria
10-LEONEL MARIA DA ROCHA – General Leonel Rocha, tio de papai.
11-Afonso Maria da Rocha

Tris-avós paternos:

José Maria da Silva e Hypolita Maria da Costa.

Eram naturais da Freguesia da Nossa Senhora do Loreto da cidade de Lisboa – Portugal.
Eram fazendeiros por herança de seus pais e, aumentaram ainda mais as suas propriedades, o que os deixou muito ricos.

Tiveram 6 filhos:-

1-Vitoriano
2-Leocádia
3-Domingos
4-José
5-JOÃO JOSÉ MARIA-Pai de nosso avô Coronel Antonio Maria da Rocha
6-Carolina

Tetra-avós paternos:

Domingos da Silva, natural da cidade de Veneza – Itália e Maria Margarida, natural da cidade de Lisboa – Portugal.

Eram fazendeiros e comerciantes.


Tiveram um filho:-

José Maria da Silva.


Barão de Antonina e Barão de Ibicuí:

O Barão de Antonina, João da Silva Machado, primeiro Senador da Província do Paraná, vigência do Império, precursor da Emancipação Política e Econômica da 5ª Comarca de São Paulo em 1843, que se tornou então a Província do Paraná e mais tarde no Estado do Paraná e, o seu irmão Francisco de Paula e Silva, o Barão de Ibicuí, eles eram tios de nossa avó Luiza da Silva Rocha esposa de nosso avô Coronel Antônio Maria da Rocha, genitores de nosso pai Alcides da Silva Rocha.

General Leonel Rocha:



O General Leonel Rocha, um dos comandantes da Revolução Federalista de 1893, e também, da segunda Revolução Federalista de 1923/1924, bem assim, foi um dos comandantes por ocasião da revolução de 1930, que deu à posse para Getúlio Vargas na Presidência do Brasil. Foi um dos comandantes contra o levante revolucionário do Estado de São Paulo em 1932, chamada de “Revolução Constitucionalista”. Ele era nosso Tio-avô, pois o nosso avô Coronel Antônio Maria Rocha era seu irmão. O General Leonel Rocha, portanto era tio de nosso pai Alcides da Silva Rocha.


Avós Maternos:


Coronel Horácio Nunes e Ubaldina Santana Nunes.

O Coronel Horácio Nunes era natural do município de Guarapuava-PR, tendo nascido na Fazenda Candoí de propriedade de seu pai, Antônio Clemente de Souza. Hoje, a então Fazenda Candoí é uma cidade muito próspera do Paraná. Mais tarde, o Vô Horácio Nunes recebeu como herança de seu pai a Fazenda Candoí. Também possuía a Fazenda Boa Vista, que abrangia desde a vila de Rio das Almas até a atual cidade de Florestal. Foi um dos fundadores da cidade de Teixeira Soares-PR, em terras da sua Fazenda Boa Vista.

Sua esposa Ubaldina Santa Nunes, a nossa avó, era natural da Fazenda Estância de Águas de Santa Clara, município de Guarapuava-PR, que mais tarde recebeu por herança de seus pais.

O Coronel Horácio Nunes, foi o doador de terras para a passagem e construção da Estrada de Ferro que então pertencia aos ingleses, dando a origem a Estrada de Ferro São Paulo Rio Grande do Sul.

Foi o fundador da Vila de Boa Vista, hoje é a próspera cidade de Teixeira Soares-PR. – Todas as benfeitorias da cidade de Teixeira Soares foram de iniciativa e doação dele.
O Coronel Horácio Nunes era um político muito dinâmico e bem quisto do Estado do Paraná, tendo contatos e ótima aceitação na política federal. Era muito respeitado por todos que privavam de sua presença esclarecida e ponderada. (Pai de mamãe, Ana Rita Nunes Rocha – Lilita).

Bis-avós Maternos:

Antônio Clemente de Souza e Ana Maria do Sacramento Nunes. Ela era espanhola de nascimento. O pai era espanhol, e a mãe era francesa.

Fazendeiros muito próspero da região de Guarapuava e da região de Entre Rios-PR. (Pais de Vovô, Coronel Horácio Nunes).

Nós os Nunes Rocha, portanto temos a descendência portuguesa e Italiana pelo lado de nosso pai Alcides da Silva Rocha (Rochinha) e a descendência francesa e espanhola pelo lado de nossa mãe Ana Rita Nunes Rocha (Lilita).

Fazendas:


As fazendas de nosso avô Coronel Antônio Maria Rocha e de nossa avó Luiza da Silva Rocha, situavam-se no Estado do Rio Grande do Sul e no Estado do Paraná, nos municípios de Taquari-RS, Erechim-RS e Palmeira das Missões-RS. Tinham ainda a Estância dos Dois Irmãos, que abrangia uma grande região do Estado do Rio Grande do Sul.
Possuíam também, fazendas nos municípios de Castro-PR e Jaguariaíva-PR, com a fazenda denominada Fazenda Taquaral, que abrangia desde a cidade de Jaguariaíva até a cidade de Cachoeirinha. (hoje, Arapoti);

As fazendas de nosso avô Coronel Horácio Nunes e de nossa avó Ubaldina Santana Nunes (Nhara), situavam-se nos municípios de Guarapuava-PR, Irati-PR, Entre Rios-PR ou Palmeira-PR.

Por certo, falta relatar muitas outras coisas que deixaram de ser anotadas pelos nossos antepassados, mas, as que eu tenho conhecimento relatei.

Fica em aberto para meus irmãos ou parentes acrescentar ou retirar algo. Peço ainda desculpa pela pobreza de meu vocabulário, estilo e tudo o mais que eu tenha omitido.

Composta, digitada e formatada em 21/07/2006, na cidade de Ponta Grossa-PR por Horácio Nunes Rocha, para atender uma solicitação da querida sobrinha Isabellinha, filha de nosso inesquecível irmão, Dr. Alnary Nunes Rocha

sábado, 17 de janeiro de 2009

DESEJO – Enviado por minha querida Beth



Desejo que sua alma cante
Desejo que seu sorriso encante
Desejo que seus olhos brilhem de amor
Desejo que sua vida tenha muita cor
Desejo que viaje pelas estrelas que criou
Desejo que realize os sonhos que sonhou
Desejo que ouça só melodias suaves do coração
Desejo que tragam boas noticias durante a canção
Desejo que seus desejos venham com esperança
Desejo que os sentimentos sejam fiéis como de criança
Desejo que pise relva macia com seus pés nus
Desejo que céu iluminado lhe cubra eternamente de luz
Desejo que todas suas tristezas cheguem ao fim
Desejo que no passar do tempo nunca se esqueça de mim! 

Enviado por scrap no Orkut por Beth, uma pessoa linda por dentro e por fora!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

THEMIS - Pretenso Poema


Themis...o que você teme?
Não há o que temer, a vida é um risco
E o nosso tempo é um cisco...

Themis...nome forte e sólido
A verdade por princípio
A vontade como um vício...

Themis...a vida não espera
O mundo é nosso...se quisermos
Nossos sonhos além da esfera...

Themis...olhos que falam
Jeito que encanta
Sorrisos silenciosos que gritam...


Alnary Rocha
31/07/2008

ELA É DEMAIS! - Pretenso Poema


Essa menina é demais!
Ela é linda e inteligente!
Fera felina
Ocupa meu coração e mente

Ela tem sempre algo a mais
Que me deixa muito contente
Mulher menina
Voraz para a minha alma carente

Saudades! Gosto de quero mais...
Sinto estar tão distante
Menina Mulher
Sonho seu beijo novamente

Alnary Rocha
17/03/2008